Como funciona o cadastro do Bolsa Família

cadastro unico

O cadastro no Bolsa Família é um dos melhores jeitos de o governo federal auxiliar as famílias com pouca renda per capita.

Ele abrange o país inteiro, ou seja, os cidadãos de qualquer cidade brasileira podem pedir esse benefício, que é concedido por tempo indeterminado, até que essas pessoas aumentem sua renda.

O responsável pelo Bolsa Família é o Ministério do Desenvolvimento Social, mas é em outra instituição que os cadastros são feitos: o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

As cidades que não têm um CRAS recebem os cadastros na sua própria Prefeitura e não é preciso fazer agendamento.

Como fazer o cadastro para o Bolsa Família

Um dos membros da família precisará ir ao CRAS e mostrar documentos que atestem quantas pessoas dividem a casa e qual é a renda per capita. Dessa forma será possível fazer o cadastro unico.

Isso significa que é preciso levar todos os comprovantes de pagamento de todo mundo e os nomes de todos os moradores: assim, será determinada a cifra de renda per capita. Se ela for até R$ 89,00, pode-se receber o Bolsa Família.

Alguns documentos que o CRAS vai exigir são título de eleitor, documento de identidade, certidão de casamento ou nascimento, carteira de trabalho e CPF.

Possivelmente, a assistente social vai requisitar alguma documentação extra para a família e o Ministério do Desenvolvimento Social retornará a aprovação ou negação do benefício em até três meses.

Se o Bolsa Família for negado, o cidadão terá a orientação do CRAS para corrigir os documentos, se for esse o caso, e poderá tentar de novo.

Quais são os valores que o Bolsa Família concede?

O programa tem um benefício padrão que é inferior a R$ 100,00, mas as famílias que têm crianças, grávidas, jovens e lactantes podem pedir o chamado “benefício variável”.

Até quatro membros da casa podem receber esse variável, fazendo com que o valor máximo do Bolsa Família seja de R$ 372,00.

Bolsa Família cancelado: o que fazer?

É possível que o benefício seja cancelado, acontecendo isso quando a família não retorna ao CRAS ou à Prefeitura para fazer seu recadastramento.

Ele precisa ser realizado a cada dois anos e é uma maneira de o Ministério do Desenvolvimento Social acompanhar quais pessoas ainda precisam desse benefício.

Se as crianças da casa não tiverem boa frequência na escola ou se as mulheres não estiverem fazendo acompanhamento ginecológico (em especial as grávidas), o Bolsa Família também pode ser cancelado.

Outra razão é a renda da família aumentar e isso não ser comunicado ao CRAS, que também precisa saber quando há mudança no núcleo familiar.

Se o Bolsa Família for cancelado, o cidadão pode recebe-lo de volta fazendo uma solicitação por escrito no CRAS.

O governo federal demorará até um mês para permitir ou não a volta dos depósitos, que serão feitos retroativamente.

Contudo, todas as parcelas do Bolsa Família do terceiro mês de suspensão em diante são perdidas.

É indispensável que os assistidos sempre consultem o CRAS ou a sua Prefeitura se tiverem dúvidas; desse modo, evitam a perda desse auxílio.

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